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Experimentamos a paleta de sombras Mini Orgasm, da Nars; confira

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No final de outubro chegou no Brasil a nova coleção da Nars, a Orgasm X. A nova linha traz uma releitura do famoso blush Orgasm (Orgasm X Blush), uma mini paleta de sombras (a Mini Orgasm eyeshadow palette), u m trio de iluminadores e blush (Orgasm X Cheek Palette) e dois oil-infused lip tints, o Orgasm e Orgasm X. 

O Delas recebeu com exclusividade a paleta de sombras, a Mini Orgasm Eyeshadow Palette. Veja a seguir todas as impressões que tivemos ao usar esse produtinho que é sonho de consumo de muita gente. 

Nars
Divulgação

Veja o que temos a dizer sobre a nova mini paleta de sombras da Nars


A paleta de sombras 

A paleta é na versão travel-size, um tamanho menor do que as outras paletas da marca. É perfeita para levar dentro da bolsa ou na bolsinha e maquiagem para retocar no meio do dia ou para levar numa viagem.


O produto promete ser uma releitura do famoso blush Orgasm, mas reinterpretado em seis tons de sombras. Os tons são: Full Moon (um rosa metálico claro), Maximum Pleasure (pêssego cintilante), Danger Girl (coral fosco), Wild One (rosa metálico dourado), Pattaya (cobre brilhante), Seduced (âmbar brilhante). 

A sombra e todos os outros produtos da linha, podem ser encontrados na Sephora (tanto física como on-line). Até o fechamento desta matéria a paleta estava sendo vendida a R$ 199. 

NARS
Acervo pessoal

Minhas impressões sobre a mini orgasm eyeshadow palette


Minhas impressões 

Eu já conhecia o famoso blush que inspirou a paleta,  então as expectativas estavam altas. As sombras todas vem em tons rosados, bem fáceis de combinar entre si. Apesar de ser pequena a paleta, os tons são bem pigmentados. Com uma passada no pincel, já cobriu toda minha pálpebra, então acredito que deva durar bastante.  

Fiz o swatch delas no meu braço e todos tons me surpreenderam. Meu preferido foi Wild One, que é um rosa metalizado dourado, mas os outros tons também me agradaram bastante.

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Por mais que os tons possam parecer difíceis de serem usados no dia a dia, a paleta é versátil e pode ser usada para produções mais ousados ou mais leves. Então se você procura uma paleta fácil de usar, versátil e que dure bastante, vale o investimento. 

Tem só dois pontos que você precisa levar em conta antes de comprar. Por serem tons rosados, eles deixam as pálpebras levemente manchadas depois de remover. Se você tem algum tipo de alergia a corantes na cor vermelha, consulte seu dermatologista para ver se não terá uma reação alérgica por conta da pigmentação. 

Outra coisa que você precisa manter em mente é que as sombras com glitter (Pattaya e Seduced), o brilho cai um pouco na parte de baixo do olho – o que é normal em sombras assim. A dica para reverter isso, é simples, passe um pouco de fixador de sombra no pincel antes de aplicar o produto que ajuda o glitter a ficar no lugar que ele tem que ficar.

Fonte: IG Mulher

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GERAL

Segundo estudo, mulheres com gravidez molar em RO tem idade entre 18 e 30 anos

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Imagem Ilustrativa

Atualmente, 75% das mulheres com gravidez molar em tratamento no Centro de Referência de Doença Trofoblástica Gestacional de Rondônia (Centrogesta) têm idades entre 18 e 30 anos. Em 2019, o tratamento ambulatorial do Centrogesta somou 323 atendimentos, com 26 novas pacientes. Destas, 12 engravidaram dando à luz bebês saudáveis.

Essa doença* [mola hidatiforme] tem 150 mil casos por ano no País, segundo informam os Hospitais Albert Einstein e Israelita, de São Paulo.

No Centrogesta passaram 23 pacientes abaixo de 18 anos e uma com apenas 12 anos de idade; outras 12 estão acima dos 40. Chama atenção o fato de a doença trofoblástica ser constatada em mulheres na idade fértil, como alertou a diretora do Centro, médica ginecologista Rita de Cássia Alves Ferreira. No entanto, ela ressalvou que a maioria das pacientes tiveram filhos após o tratamento quimioterápico.

Estudo feito pelo médico Antônio Braga e outros cinco profissionais do Centro de Doença Trofoblástica, Maternidade Escola, da Universidade Federal do Rio de Janeiro, revela que o tratamento quimioterápico é capaz de curar a grande maioria das pacientes, preservando sua capacidade reprodutiva que, pelo geral, não se altera.

“O tumor benigno se desenvolve no útero, como resultado de uma gestação não viável. Pode ou não haver a presença de um embrião ou tecido placentário; se houver um embrião, infelizmente, ele não sobreviverá”, diz o estudo.

É com essa realidade que lida o Centrogesta, que funciona atualmente no antigo Hospital Barretinho. Na prática, suas atividades começaram em 2011, e oficialmente em 2014. Funcionou inicialmente na Sala de Vivências Terapêuticas do Hospital de Base Dr. Ary Pinheiro.

Mesmo parecendo inicialmente normal, quando os sintomas se desenvolvem, causam na mulher o sangramento vaginal que pode ser marrom escuro ou vermelho vivo, durante o primeiro trimestre, além de náuseas e vômitos. E aí, é preciso remover o tumor para evitar complicações graves.

Desde o início da pandemia do novo coronavírus [Sars-CoV-2] até setembro deste ano, 76 pacientes passaram pelo Centro de Referência, 16 delas, novas na estatística.

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O ambulatório fechou em março, porém, o atendimento funcionou no plantão do HB. A rede municipal de saúde encaminha as mulheres, 80% delas procedentes de cidades do interior de Rondônia.

CÍNTIA É LUZ

Cíntia Costa dos Santos, 25 anos, moradora de Nova Mamoré, chegou ao Centrogesta carregada numa cadeira de rodas, pois teve as duas pernas amputadas devido à meningococemia. A doença também lhe prejudicou a mão direita.

Nem cabisbaixa, nem demonstrando tristeza, entrou altaneira no prédio da Unidade de Assistência de Alta Complexidade em Oncologia (Unacon). Na quinta-feira (29), ela sorria ao retornar acompanhada por uma irmã.

Pela resignação e pela postura, não seria exagero afirmar que Cíntia é luz entre as mulheres vítimas de “mola” divididas em dois grupos de WhatsApp: flores de íris, pacientes em início de tratamento, e flores de jambu, as que concluíram o acompanhamento, porém, seguem com o vínculo ao programa.

A meningite meningocócica [infecção das membranas que recobrem o cérebro] faz parte das doenças imunopreveníveis mais temidas. Ela é causada pela bactéria Neisseria meningitidis [meningococo] e é mais grave quando atinge a corrente sanguínea, provocando meningococcemia — infecção generalizada.

É a situação dessa mulher que parou de trabalhar e, apesar dos obstáculos, ainda cuida bem do filho Nicolas, 8, e de Maria Cecília, 2. Ela teve meningococemia assim que a filha nasceu.

Cíntia faz parte do universo de 1,5 mil a 3 mil brasileiros acometidos a cada ano por esse tipo de doença. “Eu vim colocar o DIU [dispositivo intrauterino] e constataram um cisto de útero; no dia 8 de outubro comecei o tratamento”, contou Cíntia.

Cisto uterino, também chamado de fibroma uterino, mioma ou fibromioma, é um crescimento tecidual no útero. Esses crescimentos são muito comuns; 75% das mulheres têm um cisto uterino em algum momento de suas vidas.

“Daqui para frente, quem cuida dela somos nós”, disse a psicóloga Rose Brito,da Agência Estadual de Vigilância em Saúde (Agevisa), voluntária no Centrogesta. Enfatizando que a outra doença segue observada por outros profissionais. Brevemente, Cíntia ganhará próteses.

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DIAGNÓSTICO PRECOCE

Juliana da Silva Trindade, 29, vendedora de roupas em Candeias do Jamari, consultava pela quinta vez na semana passada.

Com gravidez molar, essa porto-velhense perdeu o primeiro bebê no dia 23 de outubro. Ignorava a consequência da doença, figurando como exceção na estatística geral que revela a recuperação das mulheres nessa situação.

“Não conhecia esse problema, me assustei, mas depois que vim para cá minha mente mudou, comecei a dieta, me tranquilizei, posso dizer que estou equilibrada, e o melhor resultado se Deus quiser virá”.

Juliana fez o exame BHCG, uma coleta de sangue que quantifica a presença do hormônio HCG no sangue e mostra se há indícios de gravidez, quanto tempo de gestação e se está tudo correndo conforme o esperado. Mais à frente, ela admitiu, espera ser mãe.

A médica Rita de Cássia reiterou: “O diagnóstico precoce é tudo, a rede de atenção primária precisa apoiar a identificação da mola hidatiforme; se o tratamento for imediato, maior a chance de vida da mulher”.

A especialista considera importante que a rede saiba mais sobre a doença trofoblástica gestacional e a encaminhe diretamente aos cuidados do Centrogesta. “Tanto para o tipo de procedimento quanto para dar sequência ao tratamento”, assinalou.

* Doença trofoblástica gestacional (DTG), a Mola Hidatiforme, é uma anomalia da gravidez que engloba formas clínicas benigna (hidatiforme completa e parcial) e maligna (invasora, coriocarcinoma, tumor trofoblástico do sítio placentário e tumor trofoblástico epitelióide).

Em sua forma mais comum, ela acomete uma em cada 200 a 400 gestações no Brasil, ou seja, cinco a dez vezes mais frequente do que na América do Norte e na Europa.

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ONDE FICA

O Centrogesta atende às quintas-feiras, das 13h às 18h, na Unidade de Oncologia do Hospital de Base Dr. Ary Pinheiro, na avenida Jorge Teixeira nº 3766, bairro Industrial. (Secom)

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