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Primeira parcela do novo auxílio será paga neste mês, diz Arthur

Em entrevista à Record TV, presidente da Câmara também afirmou que o país terá 140 milhões de doses de vacinas até maio

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Arthur Lira, presidente da Câmara NAJARA ARAUJO/CÂMARA DOS DEPUTADOS – 26.02.2021

O presidente da Câmara, deputado Arthur Lira (PP-AL), afirmou nesta segunda-feira (1º), em entrevista ao programa Fala Brasil, da Record TV, que a primeira parcela do novo auxílio emergencial deverá ser pagar ainda neste mês (assista acima na íntegra).

Ao todo, segundo ele, serão dadas quatro parcelas de R$ 250, mas a decisão final cabe ao Ministério da Economia. “Serão pagas em março, abril, maio e junho”, disse.

O deputado acrescentou que, durante os novos pagamentos, será discutida pelo Legislativo e o Executivo uma maneira de tornar permanente o programa de transferência de renda.

“Também com previsão de que tenhamos a oportunidade de criar um programa permanente, como Bolsa Verde Amarela ou Bolsa Cidadã [nome a ser definido], com perspectiva um pouco maior para atender também ao Bolsa Família e aos novos incluídos”, observou, citando uma discussão que já ocorre no governo federal desde 2020.

No domingo (28), Lira, ao lado do presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (DEM-MG), encontrou-se com o presidente da República, Jair Bolsonaro, e o ministro da Economia, Paulo Guedes. Na reunião trataram de auxílio emergencial, vacinação e pautas prioritárias do governo.

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Vacinação

Lira falou ainda sobre vacinação no país, “única saída para o Brasil no momento”. Segundo o deputado, até maio o Brasil terá 140 milhões de vacinas a mais para a campanha de imunização contra a covid-19. “Serão 25 milhões de doses em março, podendo chegar a 39 milhões, e esse número vai aumentando gradualmente”, prometeu.

“Se as perspectivas continuarem correndo bem, com fabricação no Brasil e chegando doses prontas, poderemos ter 140 milhões de doses para março, abril e maio”, assinalou.

Ele também fez a previsão de que, em dois meses, os deputados vão enviar ao Senado a proposta de reforma administrativa aprovada. E, dentor de pelo menos 6 meses, o Congresso entregará ao país uma nova reforma tributária.

“Em 2 meses, a reforma administrativa deve estar votada. […] Já a tributária é um assunto mais polêmico, que vai levar de 6 a 8 meses”, afirmou.

Foco

O presidente da Câmara comentou que não é hora de se pensar em CPI (Comissão Parlamentar de Inquérito) sobre a covid-19, como querem parlamentares contrários ao presidente Bolsonaro.

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Na opinião dele, não é hora de parar o Congresso para ver quem errou ou acertou, mas, sim, de focar as ações e discutir o melhor para o país sair dessa pandemia.

O deputado do PP disse não ter tido tempo para se debruçar sobre os pedidos de impeachment contra Jair Bolsonaro, mas também não vê urgência nessa discussão.

Em sua argumentação, citou que o ex-presidente da Casa, Rodrigo Maia (DEM-RJ), ficou bem mais tempo que ele, no comando da Câmara, com os pedidos em mãos e, mesmo assim, não deu andamento a nenhum deles.

(R7)

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ECONOMIA

Governo deve anunciar volta de suspensão de jornadas e redução de salários

Em meio ao avanço da Covid, trabalhadores poderiam ter salário reduzido, com complementação do governo, por até 4 meses

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Em meio ao avanço da Covid-19 pelo país, com vários estados adotando medidas de restrição de circulação necessárias para conter a pandemia, o governo federal deve anunciar nesta semana um pacote de medidas para dar um alívio às empresas.

Entre elas a renovação dos acordos de redução salarial e suspensão dos contratos de trabalho por prazo máximo de quatro meses nos moldes da MP 936, segundo fontes envolvidas nas discussões.

Os patrões também terão autorização para negociar com seus empregados acordos para antecipar férias individuais, férias coletivas, banco de horas e home office.

(iG)

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