ECONOMIA

O pescado de Rondônia atravessando fronteiras

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Foto: José Luiz Alves/Diário da Amazônia

Localizado no município de Itapuã do Oeste, distante 100 quilômetros da capital Porto Velho “RondoFish” na tradução literal “peixe de Rondônia”, o frigorífico com capacidade para beneficiar 30 toneladas de pescado/dia, tendo como carro-chefe o tambaqui, no vácuo vem o pirarucu e pintado, funcionando com 80% de sua capacidade gerando emprego e rendas para 98 funcionários, adquirindo produtos de 50 grandes, médios e pequenos produtores rurais numa faixa de 200 quilômetros em torno de Itapuã do Oeste, alavancando a produção de peixes.

Foto: José Luiz Alvez/Diário da Amazônia

Trabalhando com produtores escalonados, altos investimentos em tecnologias, integrado com a comunidade, Plínio Augusto, sócio-diretor do frigorífico mais conhecido como Guto, acentua que “A piscicultura é um bom negócio” lembrando que para um hectare de lâmina de água o giro é superior a 30 hectare de pasto, apresentando 30% de lucro em média, de acordo com o manejo. Outro aspecto importante na produção do pescado na região é o melhoramento na qualidade genética dos alevinos, com o ganho no tamanho da carcaça e no peso de cada espécie.

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Elogiando o apoio do Governo do estado, por meio da Secretaria de Agricultura (Seagri), Plínio Augusto, frisou que praticamente toda a produção de pescado beneficiado pela indústria, cumprindo toda a legislação ambiental vigente é comercializada com estados do Centro-Oeste, Norte e exportado para o Peru. Os peixes são eviscerados, escamados colocados inteiros em caixas de plástico cobertas com gelo, permanecendo congelados em baixas temperaturas antes do embarque em carretas frigoríficas até o destino final.

Assim como a carne, a soja e o milho, o peixe de Rondônia também atravessa fronteiras, gerando divisas para o estado, mesmo diante de um momento de pandemia.

Salientou que mais de 2% dos pequenos comércios de Itapuã do Oeste giram em torno da indústria de pescado, assim como bom relacionamento com a prefeitura e Câmara dos vereadores.

Foto: José Luiz Alvez/Diário da Amazônia

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ECONOMIA

Primeira parcela do novo auxílio será paga neste mês, diz Arthur

Em entrevista à Record TV, presidente da Câmara também afirmou que o país terá 140 milhões de doses de vacinas até maio

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Arthur Lira, presidente da Câmara NAJARA ARAUJO/CÂMARA DOS DEPUTADOS – 26.02.2021

O presidente da Câmara, deputado Arthur Lira (PP-AL), afirmou nesta segunda-feira (1º), em entrevista ao programa Fala Brasil, da Record TV, que a primeira parcela do novo auxílio emergencial deverá ser pagar ainda neste mês (assista acima na íntegra).

Ao todo, segundo ele, serão dadas quatro parcelas de R$ 250, mas a decisão final cabe ao Ministério da Economia. “Serão pagas em março, abril, maio e junho”, disse.

O deputado acrescentou que, durante os novos pagamentos, será discutida pelo Legislativo e o Executivo uma maneira de tornar permanente o programa de transferência de renda.

“Também com previsão de que tenhamos a oportunidade de criar um programa permanente, como Bolsa Verde Amarela ou Bolsa Cidadã [nome a ser definido], com perspectiva um pouco maior para atender também ao Bolsa Família e aos novos incluídos”, observou, citando uma discussão que já ocorre no governo federal desde 2020.

No domingo (28), Lira, ao lado do presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (DEM-MG), encontrou-se com o presidente da República, Jair Bolsonaro, e o ministro da Economia, Paulo Guedes. Na reunião trataram de auxílio emergencial, vacinação e pautas prioritárias do governo.

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Vacinação

Lira falou ainda sobre vacinação no país, “única saída para o Brasil no momento”. Segundo o deputado, até maio o Brasil terá 140 milhões de vacinas a mais para a campanha de imunização contra a covid-19. “Serão 25 milhões de doses em março, podendo chegar a 39 milhões, e esse número vai aumentando gradualmente”, prometeu.

“Se as perspectivas continuarem correndo bem, com fabricação no Brasil e chegando doses prontas, poderemos ter 140 milhões de doses para março, abril e maio”, assinalou.

Ele também fez a previsão de que, em dois meses, os deputados vão enviar ao Senado a proposta de reforma administrativa aprovada. E, dentor de pelo menos 6 meses, o Congresso entregará ao país uma nova reforma tributária.

“Em 2 meses, a reforma administrativa deve estar votada. […] Já a tributária é um assunto mais polêmico, que vai levar de 6 a 8 meses”, afirmou.

Foco

O presidente da Câmara comentou que não é hora de se pensar em CPI (Comissão Parlamentar de Inquérito) sobre a covid-19, como querem parlamentares contrários ao presidente Bolsonaro.

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Na opinião dele, não é hora de parar o Congresso para ver quem errou ou acertou, mas, sim, de focar as ações e discutir o melhor para o país sair dessa pandemia.

O deputado do PP disse não ter tido tempo para se debruçar sobre os pedidos de impeachment contra Jair Bolsonaro, mas também não vê urgência nessa discussão.

Em sua argumentação, citou que o ex-presidente da Casa, Rodrigo Maia (DEM-RJ), ficou bem mais tempo que ele, no comando da Câmara, com os pedidos em mãos e, mesmo assim, não deu andamento a nenhum deles.

(R7)

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