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Maio fecha com as piores vendas em 28 anos, diz Anfavea

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A expectativa da Anfavea gira em torno da retomada gradual das fábricas, mas segue sem grandes previsões para o ano

Mais um mês de pandemia e de números que desabam no setor automotivo. A produção de veículos no Brasil, em maio ainda registra uma queda de 84,4% em relação a maio de 2019. Os números de produção só foram tão maiores por conta do retorno de algumas fábricas. E os emplacamentos contaram com 62.200 unidades, pior mês de maio desde 1992, com quase 75% de queda ante 2019 o respectivo mês de 2019. Os números foram divulgados nesta sexta-feira (5) pela Anfavea.

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No acumulado de 2020, 676 mil unidades emplacadas, ou 38% de queda ante o acumulado de 2019 até o respectivo fechamento de maio. A exportação de 3.900 veículos em maio, por sua vez, representa queda de 91% em relação a maio de 2019, pior número desde 1978. E o acumulado foi o menor desde 2002, com 100 mil unidades.

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Vendas
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Concessionárias têm de obedecer aos decretos de vários Estados, que exige o fechamento dos estabelecimentos até segunda ordem

Segundo Luiz Carlos Moraes, presidente da Anfavea: “é difícil prever números de produção, licenciamentos e de exportação. Mas a perspectiva da Anfavea é de um licenciamento de 1600 veículos, sendo 1350 automóveis e 250 comerciais leves para junho, o que representa uma queda de 40% ante maio de 2020”.

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O acumulado do ano também teve resultados negativos. A variação foi de 49,2% para menos, passando de 1.241.155 em 2019, para 630.819 em 2020. “Embora junho sinalize algum retorno mais efetivo à produção de carros , teremos sem dúvida o pior trimestre da história do setor automotivo. Resta esperar por uma reação no segundo semestre capaz de evitar maiores danos às vendas de carros e à toda cadeia automotiva”, disse o presidente da Anfavea .

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Fonte: IG CARROS

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Ariquemes

Doses da vacina contra poliomielite acabam em duas cidades de RO; data do ‘Dia D’ em Ariquemes é alterada

Em Ji-Paraná, setor de imunização disse que doses chegarão na próxima semana, mas não informou quantas serão enviadas. Mobilização foi remarcada para 24 de outubro no município do Vale do Jamari.

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Menina toma gotinha da vacina contra poliomielite. — Foto: Reprodução/EPTV

As doses da vacina contra a poliomielite acabaram em Ji-Paraná e Ariquemes. O município do Vale do Jamari, por exemplo, precisou alterar a data do “Dia D” de vacinação para 24 de outubro. O Dia Nacional da Vacinação ocorre no sábado (17) em todo país.

Em Ji-Paraná, a reposição das doses deve acontecer na próxima semana, mas o setor de imunização não informou quantas serão enviadas.

As 600 doses que foram disponibilizadas pelo Governo de Rondônia acabaram no município nesta semana. As primeiras imunizaram 12% da meta de vacinação contra a poliomielite. O objetivo é vacinar sete mil crianças menores de 5 anos. A campanha de multivacinação para atualizar o cartão de vacina na cidade segue em curso.

No caso de Ariquemes, município do Vale do Jamari, a data do “Dia D” de vacinação precisou ser alterada para o dia 24 de outubro por causa da falta da dose.

Segundo a gerência de Vigilância em Saúde, para a campanha que começou no último dia 6 de outubro, a cidade recebeu apenas 500 doses que deram para dois dias de vacinação. O município tem cerca de 5 mil crianças na faixa etária que precisa ser vacinada.

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A previsão é de que o Ministério da Saúde envie para Rondônia mais doses da vacina dia 22 de outubro.

Vacina contra a poliomielite

  • A vacina é oferecida o ano inteiro em todos os postos de saúde.
  • Uma criança deve tomar ao menos três doses da vacina para estar imunizada: 1ª dose aos 2 meses; 2ª dose aos 4 meses; 3ª dose aos 6 meses.
  • Há um reforço da vacina aos 15 meses. Nesse reforço, são administradas duas gotinhas.
  • O Ministério da Saúde realiza campanhas nacionais duas vezes ao ano. Mas a vacina pode ser aplicada a qualquer momento.

Fonte: Rede Amazônica

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